E o Video Games Live aqui em São Paulo é nesse domingo. Ainda há uma esperança para que eu consiga ir e postar as coisas legais que vão acontecer lá. Torçam e, se der certo, aguardem. Se eu não conseguir, vai ser triste, até porque fiquei sabendo de uma música que não tocaram ano passado e que vai ser muito, muito legal (apesar de curta, se for a versão original). Só digo que tem a ver com a Square Enix. Até.
Na expectativa
Setembro 14, 2007 por Douglas PereiraPlot Twists
Setembro 6, 2007 por Douglas PereiraTem um monte de gente me perguntando o que tem acontecido por aí e o que estou fazendo ultimamente, devido à saída de um monte de caras da EGM. Antes de tudo, deixe-me dizer que quem se importa comigo é louco. Mas não discrimino loucos, então vamos ver a situação atual das coisas. O post vai ser GRANDE.
Plot Twist é o nome que se dá quando há uma reviravolta, em alguma história. E se houve um grande plot twist esse ano no jornalismo brasileiro, não foi nem o fato da jornalista do cara do senado ser uma gostosa (aparentemente), mas sim toda a coisa doida que está acontecendo no obscuro mercado editorial de games.
A concorrência Futuro x Europa sempre existiu e a Futuro sempre levou vantagem. Além de escrever pra Futuro, eu nunca fui com a cara da Europa desde sempre. Mas aí eles lançaram por aqui a ROX, a tal revista do Xbox 360, que apesar de ser em grande parte uma tradução da revista gringa, é uma ótima publicação. Poxa, tem até lombada! E recentemente surgiu a NGamer, primeira concorrente direta da Nintendo World desde que essa existe, e ela já tem 106 edições. Apesar de eu ter uma birra com a diagamação dela, o conteúdo em si é bem interessante.
Coincidentemente ou não, ao mesmo tempo em que a Europa vinha aumentando a qualidade, a Futuro se mantinha. Não subia, nem descia. Isso porque parecia que os caras que mandam faziam de tudo para a qualidade cair, mas o incrível e extremamente competente pessoal que de fato fazia as revistas se matava para subir o nível. Os editores perdiam cabelo (e a barba sempre aumentava), e os colaboradores usavam o máximo da criatividade para fazer pautas insanas e excelentes. Os freelas (colaboradores) eram peças vitais. Se a Futuro era o gabinete e os editores eram a fonte e o processador, os freelas eram a placa de vídeo com um cooler enorme, cada um sendo um shader pronto pra rodar de 1 a 4 BioShocks com tudo no máximo a cada mês.
Mas as coisas já não deviam estar muito bem. Não lembro de alguém falando disso, mas o Fabão citou no último post dele, então acho que não tem problema (então leia rápido caso eu tenha que apagar isso ^^). O fato é que sei lá se foi por corte de custos, vontade de ganhar mais e gastar menos, sadismo ou sei lá o quê, mas todos os freelas foram cortados. Já faz uns 2 ou 3 meses, e você nem percebeu! ^^ Uns 2 ou 3 foram mantidos por serem de extrema importância, como o Gil que faz os detonados da SuperDicas PlayStation. Mas basicamente, os editores tomaram feio, tinham que fazer o possível pra fazer tudo sozinhos. Por isso o grande aumento de reviews da EGM gringa, e por isso… ah, deixa pra lá.
Coisa vai, coisa vem, fico sabendo de um M3G4T0N! Fabão vai embora, e vai para os caras do velho continente. Chocante, mas não surpreendente. Não dá pra ficar falando aqui de possíveis motivos do cara ter saído, as decisões erradas e afins, mas o cara fez o que tinha que ser feito. E não só ele, como também o grande Bueno, que foi para o G1, e os caras da arte, Homero e Mr. Robson.
Ao que me consta, a editora não está falindo, e a EGM agora está na mão do Shaaman, que deve fazer um belo trabalho com ela, na medida do possível (tem umas coisas que eu realmente não gosto nesse novo formato da EGM, mas não dá pra fazer nada quanto a isso), e o Testa continua com a NW, que inclusive está de fórum novo.
E assim tudo muda. Um monte de gente já jurando comprar as revistas da Europa, já que o Fabão estará escrevendo pras revistas da casa, pelo menos até ele começar o tal projeto-ultra-secreto-black-ops-que-quase-ninguém-sabe-o-que-é (mas seja lá o que for, eu quero estar envolvido de alguma forma); E agora a Europa passa a ser a mais conceituada em games. Veja o que uma boa administração consegue…
O interessante é que o mercado está com pelo menos uma dúzia de caras competentes soltos por aí. Alguns já trampavam em outros lugares (como os caras do ig), e outros viviam de freela (como eu), e agora ada um vai pra um canto, diversificando as coisas. Isso é bom, creio eu. Bom para os leitores, não tão bom para nós.
Aos que queriam saber, e agora já perceberam, não sou mais freela da Futuro, faço apenas pequenas cortesias na camaradagem, como o review do Metroid Prime 3 na próxima EGM. A EGM Nippon também mudou de mãos (o legal é que ninguém percebeu): agora quem escreve é o Greg Maison, que eu mesmo indiquei, já que o cara tem uma levada parecida e também faz piadas infames. Desde então freelei para a PSWorld #45 (fiz bastante coisa nessa) e um detonado de Super Paper Mario para a NGamer, e agora estou freelando para a PSW novamente. Eles são bem legais, então acho que é possível me ver em alguma revista da Europa eventualmente enquanto freelo pra eles. Ah, e ainda esse mês começam a rolar algumas coisas minhas no Audiogame.com.br. Quem sabe eu não volto a participar de um podcast lá, já faz muito tempo.
Tudo o que eu fiz lá na Futuro foi legal. Talvez meu material não seja de qualidade, mas fazer tudo aquilo foi ótimo. Estrear já na fogueira (na 1ª revista que levava o nome da Futuro, a SDP #26), fazer o preview monstro do FFXII, fazer o detonado monstro do FFXII, escrever sobre tudo o que era FF, MGS e Zelda, pensar em pautas loucas pra EGM, e aceitar pautas mais loucas ainda do Fabão (como a dos games depois do casamento), e extremamente loucas em dupla (como o Videogueime de página dupla); Fazer a louca Nippon todo mês e perceber que bastante gente gostava da seção, embora ainda tenha um monte de gente que não gosta por não achá-la séria - que pena, ela não é séria mesmo; É legal ver um elogio de uma matéria e o cara nem saber que foi você quem fez; Foi legal aprender pra caralho com os melhores caras possíveis, ter dividido uma matéria com o Pablo Miyazawa (embora eu nem soubesse disso =p); E principalmente, foi legal “agüentar” os leitores durante esse tempo, esses são foda. Os da SDP são os mais apoiadores, os da EGM os mais porralouca, os da NW os fiéis. Os regrets são só por não ter completado duas pautas que eu queria, um projeto fantástico não ter ido pra frente (a tal SDP Book, que eu até tinha começado a fazer só por fazer) e não ter tido gabarito suficiente para ter escrito um texto para a EGM PC.
E assim vamos levando a vida. Estou com um projeto muito legal junto com o Fabio Bracht e mais uns individuos, e talvez tenhamos recebido um excelente reforço. Se depender da empolgação, dará certo e será grande.
Então é isso que estou fazendo, além de esperar pela 3ª temporada do Prison Break (FALTAM 11 DIAS!!!) e a 4ª do House (FALTAM 19!!!). Texto ficou estranho e não revisei, então desculpa qualquer falta de nexo ou erros estúpidos.
Som Alternativo
Setembro 4, 2007 por Douglas Pereira
Entre um serviço e outro, estou encarando um desafio: terminar Guitar Hero II no Expert. Usando o DualShock. Eu não gostava muito, pois é um esforço ridículo e desnecessário, e não tem 1/3 da graça da guitarra. Mas ficou interessante, embora eu seja distraído demais. Bem, só faltam 3 músicas. Misirlou, Hangar 18 e Freebird. Hangar eu passo. Freebird não sei. Agora, o problema mesmo é a Misirlou. Ela foi claramente feita para a guitarra, e basicamente consiste em tocar uma mesma nota milhares de vezes em milésimos de segundo, pra depois fazer a mesma coisa em outra nota. E eu que tenho mãos grandes fico com os dedos doendo em poucos minutos. É horrível, e estou quase desistindo, mas é possível de passar. Meu alívio é que eu sei que os caras que tocam na guitarra sofrem a mesma coisa para passar Jordan (essa impraticável no DualShock).
E já que o assunto é Guitar Hero…
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Estava com matérias para fazer, mas nem um pouco de vontade/inspiração. Então resolvi entrar no submundo das Custom Songs para Guitar Hero II. É incrível. É a prova de que pode-se modificar qualquer jogo que existe para PS2, embora muitos achem que só dá pra fazer o Corinthians no Winning Eleven ou colocar umas roupas a mais (do Corinthians) no GTA San Andreas.
Você só precisa de um Guitar Hero II, uns programas free, seus MP3 favoritos, e a sorte de alguém mais gostar tanto da mesma música que você a ponto de ter feito um chart da tal música. Junte tudo e faça uns esquemas malandros. O resultado: 64 músicas diferentes para você, com o nome delas aparecendo no menu e o da banda no “as made famous by”; Telas de loading com a frase que você quiser, e o resto do jogo traduzido também; Modificar os vídeos bônus para outro de sua preferência; Cheats exclusivos da guitarra sendo feitos no DualShock; E se os charts forem feitos direitinho, as notas ficam com sincronia perfeita; E até mesmo rodar tudo isso aí em um PS2 travado (contanto que você tenha o jogo original para fazer o esquema). Maravilha.
Eu baixei um jogo de um cara que colocou umas Custom Songs bem legais. Mas gravei em uma mídia não muito apropriada, e o negócio não funciona direito. É, esses mods de PS2 precisam de uma mídia muito boa mesmo. Mas vale a pena.
Quando eu fizer minhas versões (achei 200 charts de músicas que gostaria de tocar no GH, dá mais de 3 DVDs), talvez eu faça um tutorial, só por diversão mesmo. Falando em diversão, é por isso que não vou comprar o Guitar Hero III do Wii, mas sim o do bom e velho Ps2. Guitarra Wireless + meus mods sera uma combinação perfeita. Pelo menos até conseguir um Rock Band.
E para os nerds curiosos para saber quais músicas estou colocando nos meus mods, aqui vão dois nomes que você nerd deve reconhecer (e não vale olhar no Google se não souber!): Vamo’ Alla Flamenco e Maybe I’m a Lion.
Pra terminar, uma ilustração cool que achei por aí (a original em 1600×1200 está aqui)…

Update
Setembro 4, 2007 por Douglas PereiraBem aos poucos, as coisas vão querendo se ajeitar. Fiquei meio sem rumo nos últimos meses, dá pra perceber pela falta de atualizações… Enfim, ainda não tenho muita certeza do meu futuro, só sei que de Futuro não tem nada. Sacou?
Bom, desse post aí embaixo falando sobre o PC, pouca coisa mudou. Encomendei a fonte e as memórias, sei lá quando chegam, se chegarem. Foi às escuras, mas sem arrependimentos. Se der certo, mês que vem é gabinete e vídeo. O monitor (agora de 22″) vem por último. Não agüento mais, na boa.
Sonho meu…
Junho 16, 2007 por Douglas PereiraComprar peças para montar um PC não é difícil. Vá até a Santa Ifigênia com mil reais e volte com um PC completo, com uma básica placa de vídeo Radeon X300 (parece q só existe essa placa atualmente, em todo lugar q vejo… e é tão meia boca… mas perfeita se você não quiser jogar coisas de 2005 pra cá). Agora, e se quiser montar um PC de respeito? Aí você vai gastar, e muito. Até porque não há mais peças top de linha na Santa, como era antigamente. Agora os caras te vendem as boas e velhas Asus tranqueiras, memórias genéricas e fontes que dizem ser de 500W, mas na verdade não fazem mais que 200W.
E eu estou querendo montar um de respeito. Embora o processador não seja tão foda – um Athlon 64 X2 4200+ 2.2Gh, que nem vejo mais pra vender… se pá vendo e mudo para um 5200+ 2.6 - é bem confiável e ótimo para overclock, embora eu não pretenda fazer isso. Só espero que a AMD lance seus QuadCore ainda para socket AM2, porque pagar 700 reais em uma placa-mãe MSI K9A Platinum foi para durar um bom tempo. É incrível a diferença de qualidade da MSI para a Asus. A MSI é tão mais foda, cheia dos acessórios e coisinhas que te fazem feliz da vida…
O HD é de 250, mas isso é o de menos, é só aumentar com o tempo. O pior é o que falta para terminar. Custa caro, e a grana anda cada vez mais curta. Ainda não vou migrar para o DirectX 10, não vale a pena. Por enquanto, vou de Radeon (ATI FTW!!!) X1950 Pro, uma das melhores de DX9, com um bom custo benefício. Na melhor das hipóteses, custa o preço da motherboard. Aí é a vez das memórias. Sou muito fresco, e já que comprei uma placa com chipset ATI, e o vídeo será ATI, quero 2GB de OCZ ATI Crossfire Certified, DDR2 800 MHz. São memórias bem bonitas, com heatspreaders vermelhos feitos pela ATI. Dizem que elas funcionam melhor com chipset ATI. Verdade ou não, eu quero. Achei por um preço muito mais barato do que normalmente se vê por aí, graças a Deus… porque o que se vê por aí é na faixa de 900 reais…
Fonte é algo que não dá para brincar… compre uma boa e você poderá ficar muito tempo sem trocar. Por isso, vou de OCZ GamerXStream, 600W (a do link é de 700, mas é a mesma coisa por fora). Infelizmente não tem cabos modulares, mas não sou muito adepto do casemod, então foda-se. Mesmo assim, ela tem uma luz azul no cooler q é muito foda ^^
Não sou adepto do Casemod, mas não é por isso que vou colocar tudo isso em um gabinete 4 baias branco-sujeira de 80 reais. Eu adorei esse gabinete aqui em baixo do parágrafo: o Leadership Gamer X Transformer. Sim, a frente lembra os Transformers, por algum motivo. Agora descobri que esse treco é de 2005, e que nenhuma loja tem pra vender, a não ser no mercado livre. O que quer dizer que bastante gente deve ter. Ah, foda-se, é bonitão, é 5 baias e vale a pena. Ignore o thumbs up fazendo comercial gratuito ao CdH…

Devido ao que faço da vida, preciso de uma placa de captura. Acho que essa aqui serve. É USB, porque tenho planos para minhas entradas PCI. Mas é boa, da Pinnacle, e não aquelas Pixelview maomenos de sempre. Pena que não tem video componente. mas tem funções pra caramba, e também é PCTV, e com 2GB de memória dá pra assistir a coisas e fazer outras tranqüilo.
Assistir onde? Num LCD, claro. Eu quero um Samsung 913BW. É Widescreen, tem 19 polegadas, tempo de resposta de 2 milisegundos, contraste de 3000:1 e Dot Pitch pequeno. Puta monitor foda, e dá pra encontrar por 1 barão. No entanto, acho q vou acabar com um modelo bem parecido, mas de 17″, não Widescreen, e contraste de 2000:1 (típico, não ativo). Tá, não é tão parecido assim, mas é mto bom pra um de 17″ e não custa caro, pra um de 17″.
Já que estamos na parte de fora do PC, ainda não sei como investir em teclado e mouse. Eu achava que ninguém se importava com isso. Aí vi que o Bueno começou o PC dele pelo gabinete, e que a Ruby vai começar (ou começou, não lembro, desculpa! ^^) o upgrade dela pelo mouse. Eu quero coisas sem fio. É meio inútil para as pessoas normais, mas quando você está detonando um game e tem que ficar pulando do sofá para a cadeira do PC pra escrever, percebe que precisa de um teclado sem fio. E se ele é sem fio, porque o mouse não seria? Queria coisas da Logitech, mas eles fazem questão de meter a faca em tudo que produzem. Se pá fico com esse kit entry-level-mais-ou-menos aqui, da Microsoft.
E não, ainda não será agora que terei minhas 7 caixinhas + subwoofer ativo. Um simples 2.1 com um rms razoável já é suficiente por enquanto. Depois, ou virão as 7 caixas, ou esse fone muito foda.
Ah, e tem q comprar um leitor de cartões em geral. É tão mais chique que colocar um Floppy, e custa 50 reais.
Devido a… mudanças de curso, vai demorar um pouco mais do que pensava para terminar esse PC… Mas vai sair desse jeito aí. E aí que venham BioShock, Crysis (em DX9, mas vem) e o resto.
Jogando do jeito errado
Junho 14, 2007 por Douglas Pereira
Tenho jogado Winning Eleven ultimamente. Minha Master League estava abandonada, ainda na metade da segunda divisão. Retomei o arquivo há 2 semanas, sendo que fazia 3 meses que não chegava perto do jogo. Bom, estou no segundo ano da 1ª divisão, e na fase classificatória do WEFA Championship. Meu time não tem ninguém famoso. Tem uns sub-famosos, como o goleiro Carini do Uruguai e o atacante coreano C. Y. Park. Só pra constar, eu jogo o WE10 japonês traduzido, mas não modificado. Nada de clubes brasileiros, nada de contratar jogadores reservas do Vasco que tem todos os stats amarelos e laranjas e recebem a miséria de 200 por ano. É tão mais legal assim, pois você realmente sofre no começo para contratar caras bons e tem que se virar com futuras revelações e gente meia boca, até conseguir contratar um Shevchenko ou outro de nível top. E sim, eu gosto de WE. Todo mundo diz que não tenho cara de quem joga isso, mas é verdade.
Tem uma locadora aqui perto. São 5 TVs com PS2, e na maior parte do tempo só se vê o verde dos gramados. Eu trabalhei lá por 1 ano, na época do WE 7 International e WE8. Não tinha muita frescura. Era só colocar times brasileiros e mudar as músicas do menu, e os pirateiros estavam satisfeitos. Lembro até hoje: No WE7, Master League tinha o sample de “I’m Glad” da Jennifer Lopez, num loop infernal. Ficava até legal, pois a voz dela não aparecia. Infernal mesmo era na tela para arrumar a formação antes do jogo, pois era loop do sample da música do 50 Cent, “In Da Club”. Puta que pariu, que saco. Mas dava pra zoar bastante, era legal. Agora não. Existem 50 mil versões do mesmo futebol. Um cara vem e fala “quero jogar futebol”. Aí o meu amigo fala “mas qual? O Sul-americano, o intercontinental, o Band Sports, o baseado no J League, o WE12 (sim, já fizeram até isso, sendo que nem o 11 saiu ainda), e mais umas outras coisas que não me lembro agora. O cara nem se dá ao trabalho de falar Uíngui Elévi. O WE que eu tenho eles nem têm mais. Todos os jogadores deles são cheios até o limite, os goleiros só aceitam aqueles chutes que vêm a 100 km/h, e dá para contratar os astros da Master League na 2ª temporada. Sem graça.
Eu sei lá, talvez eu seja muito chato, e fique implicando com essas versões povão do WE. Ops, mas eu SOU muito chato… Vixe, mas se for assim então fodeu… hum, esquece. Ah, e não, não passo finais de semana jogando WE com os camaradas, antes que você pense nisso.
Não tente entender
Junho 2, 2007 por Douglas Pereira
Não manjo desse tipo de coisa. Não mesmo. Mas deu vontade. E não vou explicar.
Sabe quando você está na sua, de boa, sem muito com o que se preocupar? Claro, tem um monte de coisas pra pensar, escrever, escrever mais e projetos para tocar. Mas está tudo bem, na medida do possível. Mas aí acontece algo inesperado. Algo muito bom. E então você percebe que até que está feliz, sim, mas talvez tenha encontrado uma alternativa para “algo mais”. Algo que flui naturalmente, no need for words, mesmo sem acontecer nada. Hipnótico. Ou, usando a palavra número 1 do meu vocabulário: foda.
Eu me joguei ao meu trabalho até o limite, e com orgulho. Fiz e estou fazendo de tudo, e adoro tudo isso, cada vez mais. Só que acho que acabei esquecendo do resto. “Life”, that’s the word. Esqueci disso e me viro muito bem sem, but it’s time to change the game. Just a little. Há um obstáculo, claro, but I don’t care. É especial, vale a pena, o que é raro. I’m gonna try, and even if I can’t, it’ll be worth trying.
O mais legal é ver que, sempre que eu fico alterado de alguma forma, começo a soltar frases em inglês… já me acostumei com isso, shit. E não, isso não foi um texto emo.
Conhecimentos gerais
Abril 3, 2007 por Douglas Pereira
Sempre me falam que americanos são totalmente tapados. Nunca discordei disso, mas ainda tinha um pouco de receio para afirmar esse tipo de coisa, afinal, eles controlam o mundo, não devem ser tão estúpidos. Então, eu vi esse video… Confira você mesmo. Não que todos sejam, e de fato acho que a grande maioria dos geeks americanos são muito bem informados, porém veja o que o resto do povo é capaz de falar. Que fique claro que eu ainda acho que na California e em New York as coisas devem ser bem melhores… Porque tirando esses 2 estados + Nevada (Las Vegas…) o resto deveria ser tudo deserto assim como o resto de Nevada já é…
Nossa, desde quando eu falo sobre isso?
Colocando os links em dia
Março 30, 2007 por Douglas PereiraQuanto tempo faz, rapaz! Esclarecendo para vocês, ninguém que entra aqui: muito trampo. Demais. E quando tinha uma hora livre, era para assistir Prison Break. Enfim, decidi postar algumas coisas com mais freqüência agora (ou frequencia). O motivo de querer postar coisas é que agora estou com uma porrada de blogs… Já que é assim, vamos começar com um monte de links de blogs. Todos valem a pena, ao ponto de você não deixá-los na lista de favoritos. Porque, admita, todo mundo ignora a lista de favoritos. O que manda hoje é RSS.
Para começar, algo que ainda não estreou. Não sei se você sabe, mas tem um podcast de games muito legal, chamado Audiogame. Provavelmente o melhor que tem por aí sobre o assunto, pois os poucos que existem são bem metódicos e, por que não, meia-boca. Eu participo do programa dos amigos GUS e Batalha com certa regularidade, e agora, de tanto o GUS insistir, criei o blog Gamowned lá no site deles. O problema é que ainda não escrevi nada, mas isso irá mudar nesse fim de semana. Passa lá no site e baixe o podcast.
Ainda envolvendo o nome do GUS, ele e eu tinhamos vontade de começar um blog em inglês. E aí a gente acabou tendo a idéia de criar um juntos. Assim nasceu o Gamesick, escrito por nós dois e também pelo grande Fabão, aquele cara famoso da EGM. Por enquanto, estamos colocando apenas opiniões, mas a intenção é brincarmos um pouco de Kotaku e Joystiq, assim que pessoas como você começarem a nos dar visitas e o site ser um pouquinho visitado. Quando puder, vá la.
Esse aqui já está ficando famoso, por isso não postei primeiro. É o melhor link daqui, até porque não postei nada lá ainda ^^. Trata-se do Jornalismo de Games, site criado pelo já citado Fabão e que agrega todos os caras fodões que escrevem para as revistas da Futuro comunicação, e alguns desconhecidos que escrevem para lá, como eu. Posts foda, comentários foda, pessoas foda (desconsidere o oitavo cara). Trate de assinar o feed, por favor. E leia com atenção os 2 posts mais legais: o desafio a mudarmos o nome dos”jornalistas de games”, e o Shaaman falando das mudanças na língua portuguesa.
Na lista das coisas que não têm minha participação, a melhor recomendação é um blog muito interessante, de uma pessoa que parece ser muito mais interessante. É o Quarenta e Dois, blog do mais novo alvo de e-mails de leitores picaretas da EGM. O nome dela é Suzana Bueno (está no link das pessoas foda que citei agora pouco), e eu já virei fã. Sabe aquela garota que entende a linguagem nerd e até a usa (começar um post dizendo que chegou ao level 67 no World of Warcraft, depois usar as palavras mimimi e gankear é sufciente?), mas deixa claro ao mesmo tempo que não passa nem perto de ser nerd, com ótimos posts ao estilo “existe vida além da faculdade e da internet”? Então, são poucas mesmo, e ela é uma. Assine o feed também. Nem que seja para pegar receitas de miojo. E ignore a briga nos comentários do post do mimimi.
Para quem não conhece o blog de games mais famoso do Brasil, tome vergonha e acesse o GamerBr, do ícone Pablo Miyazawa. Ele já entrevistou o Miyamoto, tem um Xbox 360 e, mais importante, fez uma matéria sobre Jack Bauer. Basta.
Olha o 16-bit, do Fabio Bracht (tá no Blogroll aí do lado), um dos endereços com as idéias mais inteligentes da rede de games nacional.
Acho que é isso mesmo. Ah, tem o zgamer.wordpress.com, de um carinha muito simpático que comentou no post “Hey, fool!”. O blog é bem legal, mas se você tem internet lenta, tenha cuidado, pois ele abusa das imagens grandes ^^
Agora sim, fim desse post um tanto quanto inútil para mim, mas muito valioso para você ler várias idéias novas (a não ser que você já conheça todos os links) das pessoas que irão cuidar da impresa de games por um bom tempo. Até o próximo post, que não vai demorar muito.
College Saga
Janeiro 8, 2007 por Douglas PereiraEu poderia colocar o vídeo full aqui, mas ele tem 41 minutos. Assista a essa primeira parte (11 min) e, se gostar, vá ao YouTube e procure College Saga.
É uma espécie de homenagem aos RPGs e seus clichês. Inegavelmente engraçado. E tem uma ótima trilha sonora! Ah, agradecimentos ao Bueno pelo vídeo.